Camisas personalizadas caem no gosto do juizforano

O mercado de camisas personalizadas em Juiz de Fora tem crescido. Muitas marcas conhecidas no país inteiro são da cidade. A pioneira no online é a Chico Rei, que começou há mais de seis anos com apenas duas pessoas. Mas hoje não é a única. Estão aparecendo outras também, como é o caso da Not so it. Ela surgiu a partir de um blog de mesmo nome, comandado por Lorena Matheus e Juan Salomão.

A Lorena, sócia da marca, afirma que no blog, falavam de assuntos que imaginavam que os leitores gostariam de ler. “A gente falava de coisa mais barata, de preços mais acessíveis e a ideia da marca surgiu justamente assim, uma das primeiras coisas que decidimos se tivesse um produto com a cara do blog, ele teria que ser de qualidade, obviamente, mas também de preço acessível”. Segundo Lorena, eles criam, desenvolvem e planejam as modelagens, os produtos e as estampas. E sempre lidaram com humor, então queriam que as estampas tivessem essa cara.

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(Fonte: Andressa Costa)

“As ideias foram surgindo de coisas que a gente gostava, de piadas que achávamos engraçadas, mas que tinham um conteúdo bacana, uma ideia legal. As pessoas gostavam da linguagem que a gente usava no blog, dos assuntos abordados. O importante era que a gente conversava. Nunca ensinava, trocávamos ideia com comentário, email. E com a marca tá sendo mais ou menos a mesma coisa, a gente o tempo todo tenta criar um diálogo com as pessoas, então quem se interessa pelas nossas estampas, e pelo nosso produto, se interessa pela mensagem que estamos passando também. Além de se interessar por um produto físico, se interessa pela ideia que a gente passa, acho que isso é mais importante”, disse.

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(Fonte: Not so it)

Segundo a estudante Julia Zielinsky, o que a levou a comprar essas camisetas é que são diferentes do que encontra na cidade, e ninguém tem. “Eu acho que quando eu compro essas camisetas personalizadas ninguém vai ter, só eu, então vou ser a diferente”. A Amanda Lüdtke, estudante, diz que geralmente compra porque nunca tem tempo de ir à rua. “O que influencia pra comprar na internet pra mim é pela facilidade. Você recebe em casa, já compra ali mesmo e recebe. A loja até faz troca online, caso não dê o tamanho, é bem simples, bem prático”. O estudante Thomás Souza compra por ter uma opção maior. “Mesmo Juiz de Fora sendo uma cidade do tamanho que é, não tem tanta opção de loja de roupa. Na internet, você está no conforto de casa, olhando, e com muito mais variedade”. Ele preza também pela individualidade que a camisa oferece à pessoa. “Não é uma camisa que você vai ver outra pessoa com ela. A comodidade, a variedade e o preço é o q mais pesa nisso tudo.”

A marca Brava Store tem crescido no mercado, criada por dois amigos, Matheus Leite e Gabriel Gerhardt. Foi após uma temporada no Rio de Janeiro que a ideia realmente se concretizou. “A gente tem pouco mais de um ano e a marca no começo era mais uma brincadeira, e a partir de 2014 decidimos levar isso a sério, foi então que inauguramos a loja online”, afirma Matheus. Eles ressaltam ainda que tem 3 meses na internet e que já tem uma resposta legal. “Acaba que você não fica preso só em Juiz de Fora, hoje em dia somos do Brasil. A internet é uma coisa que sabendo usar é muito favorável.”

arquivo pessoal - renato sampaio(Fonte: Instagram Renato Sampaio)

brava store(Fonte: Facebook Brava Store)

 

Andressa Costa

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Férias universitárias

Um dos meses mais esperados pelos estudantes universitários, é o mês de julho.

Para muitos, as aulas já terminaram e a expectativa para o descanso é grande. Juiz de Fora, pólo estudantil, recebe anualmente centenas de estudantes de outras cidades, e neste período de férias, muitos retornam a suas cidades de origem para uma pausa nos estudos.

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Foto: Site Omo

É o caso de Thúlio Amorim, que é estudante de publicidade, e já viajou de férias para Rio das Flores, onde mora sua família. ” É muito bom ter este mês para relaxar. O período por qual passei na faculdade foi bem puxado em relação aos outros, mas no fim deu tudo certo. Agora é aproveitar.”

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Foto: Arquivo Pessoal

Mas nem todos terão esse benefício de poder ficar algumas semanas relaxando. Os alunos da UFJF, não terão todo este prazo para descansar, devido o período em que a instituição esteve em greve. Manoel de Souza Sette, estudante de medicina, diz ter apenas um pouco mais de uma semana de folga no mês de julho. ” Não teremos férias como a maioria dos estudantes. Ficamos parados por um tempo por causa da greve. Estou satisfeito com esta semana que vamos ter e vou aproveitar para passar uns dias em minha cidade natal.”

É claro que, muitos estudantes residem aqui na cidade, e não deixam de ter planos para este mês. Raphaela Aguiar, de 19 anos, é de Juiz de Fora, e planeja suas férias por aqui mesmo. ” Vou aproveitar a família e os amigos.”

Camila Medeiros

Orkut vai sair do ar em setembro

A primeira rede social do Google, criada há dez anos vai sair do ar em 30 de setembro de 2014. De acordo com a empresa, o Orkut, que fez sucesso principalmente no Brasil, vai funcionar normalmente até setembro, a partir desta data, os usuários não poderão mais acessar o endereço (www.orkut.com.br).

A usuária ativa Valéria Vaz, disse que ficou um pouco chateada com o anúncio, “não tinha visto, por não usar muito o facebook, meu namorado que veio me contar, ele também usa o Orkut e ficou mais chateado que eu. Eu já sabia que uma hora ou outra isso ia acontecer, então já estava “conformada”, o Google tem dessas de tirar a diversão da gente”.

Valéria afirma não gostar muito do facebook, e disse que mesmo sem o Orkut, não vai migrar para a rede social que hoje está em alta, “eu procuro não me apegar tanto às novas redes sociais”. Ela ainda faz um apelo, “queria pedir encarecidamente através do seu trabalho, que o “tio” Google não tire o Orkut do ar”.

new-orkut-loginFoto: Google Discovery

O estudante de Engenharia da Computação, Luis Henrique de Souza, que também faz uso da rede social diz que a maioria das pessoas ainda acessam por causa das comunidades, ”acredito que assim como eu, as pessoas visitam o Orkut por causa das comunidades, que como fórum é melhor que muitas plataformas específicas para isso”. Para Luis Henrique, as principais comunidades visitadas são as de times de futebol, que têm muitos membros ativos.

De acordo com o Google, os usuários que quiserem salvar suas fotos e outras informações têm atésetembro de 2016 para recuperar os dados por meio do Google Takeout, serviço oferecido pela empresa, após esta data, todos os dados de usuários serão apagados.

Segundo o diretor de engenharia do Google, Paulo Golgher, um arquivo com todas as comunidades públicas do Orkut, um dos principais recursos da rede social, será criado em 30 de setembro de 2014 para imortalizar a área de discussões do serviço. No entanto, novos tópicos ou mensagens não poderão ser criados. Os usuários que não quiserem que alguma postagem seja arquivada deverão excluí-la até 30 de setembro de 2014. Outra opção é apagar todas de uma só vez ao remover o Orkut da conta do Google. A partir desta segunda, o site não aceitará novos cadastros.

Jéssica Almeida

Grifes voltam a apostar em logos

O que era totalmente cool nos anos 90, volta a ganhar espaço no mundo da moda: as logomarcas de grifes famosas.

Houve- se um tempo, em que passear com uma camisa estampada com as iniciais da Chanel, Gucci, ou Fendi, era considerado um item fashion. Tudo isso acabou se tornando cafona entre as marcas, pouco anos depois.

Mas agora, a moda voltou. As grifes mais requisitadas, voltaram a apostar em logomarcas, e o resultado é positivo.

E a febre de andar com roupas e acessórios com inciais, acabou se consolidando ainda mais quando as famosas celebridades aparecem usando.

A grife Moschino, foi irreverente em uma das últimas coleções, trazendo roupas divertidas com a logo de uma famosa rede de fast-food, e acabou caindo no gosto feminino. Outro item que é sucesso, são os moletons da grife Kenzo.

O mundo da moda, muitas vezes se resume em resgatar o que foi hit nas passarelas, trazendo como vintage, e é claro, com um ”quê” a mais de criatividade.

ThassiaNaves_porRhaiffeOrtiz-62Foto: Blog da Thássia

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Foto: Site  Helena Bordon

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Foto: Site Vogue

Camila Medeiros

Mãe cria bazar virtual para vender roupas de bebê

A estudante de Publicidade e Propaganda Marcela de Oliveira Rosa, mãe do pequeno Manoel, de apenas oito meses, teve a ideia de vender roupinhas e sapatinhos que não servem mais, e o Manolo’s Bazar está fazendo sucesso.

10441201_822077511138739_5877543840594617989_nFoto: Arquivo Pessoal

“A ideia surgiu a partir do momento em que eu e o Igor (pai de Manoel), nos demos conta que criança perder roupa muito rápido significa duas coisas: as roupas perdidas ainda são “novas” e a gente vai ter que comprar outras roupas. A partir daí, a gente chegou na ideia de um bazar justamente para transformar esse “prejuízo” em economia”.

10390485_822209841125506_6533546457977219624_nFoto: Arquivo Pessoal

Marcela diz que tem vendido bastante, e que ficou até surpresa com a velocidade em que vendeu os sapatos. “Em menos de duas horas eu já tinha vendido todos e já tinha mais gente pedindo para eu avisar quando eu tivesse mais produtos. As roupas também já consegui vender bastante, mas nada comprado aos sapatos. Acredito que seja porque a maior parte das roupas que eu tenho são tamanho RN – que é um tamanho que as mamães costumam quase não comprar”.

10492256_822209654458858_8283675625103259475_nFoto: Arquivo Pessoal

Além das roupas e sapatos, a mãe de Manoel incluiu no bazar acessórios como: chapéu, boné e touca, “são itens bacanas, principalmente para bebês, as mamães ficam doidas. As meias eu mando junto de brinde para quem compra alguma coisa”.

10444364_822209647792192_3908807619147720680_nFoto: Arquivo Pessoal

Assim como quase todas as mães, a estudante também é apegada em algumas peças, “eu sou muito apegada a essas coisas, sério. Tenho uma caixa enorme de recordação do Manoel com várias coisas que tem significado pra mim, pro Igor e pra ele. Porém há uma diferença em recordar e entulhar, não é? Eu guardei a primeira roupa que ele usou na vida, a roupa do batizado, dois sapatinhos (um que eu comprei e um que o Igor comprou quando descobrimos a gravidez) e uma meia que, apesar de ter ficado enorme no pé dele, não é 1/4 da minha mão. Guardei pra lembrar que um dia ele já foi pequeno. As outras roupas, acessórios e tudo mais eu tenho fotos de tudo”.

10492505_822209854458838_7060916641637263694_nFoto: Arquivo Pessoal

Marcela diz que pretende continuar vendendo, “pretendo continuar sim, mas apenas enquanto ele está nessa fase de perder as roupas ainda novas. Quando a criança está maior, demora mais a perder e acaba com roupa e fica difícil vender”.

Jéssica Almeida.

Lojas aproveitam as Festas juninas e julinas para venderem doces e caldos

Os meses de junho e julho são a época das Festas Caipiras, e a lojas que vendem comidas típicas como padarias e confeitarias aproveitam para lucrar com os quitutes. Nas vitrinas as tortas e pães cedem espaço à cocada, ao pé de moleque, à canjica, ao arroz doce e ao amendoim. Alguns estabelecimentos aproveitam a época das festas e o frio para servirem aos clientes comidas típicas e caldos.

Segundo a vendedora Rosa Marilda, que trabalha em uma loja no Mercado Municipal, a procura de alimentos especializados aumenta nessa época do ano. “Os campeões das vendas aqui na loja são o amendoim torrado e a canjica doce, que têm maior saída”,comenta.

Em uma padaria no bairro Santa Terezinha, é oferecido aos clientes comidas típicas e caldos. “Todo ano fazemos a festa junina da padaria e os clientes adoram, tem cocada, pé de moleque, milho e canjica, trabalho aqui há 3 anos e é sempre um sucesso. Devido a Copa o arraiá  vai ser depois, mas os caldos e doces já estão à venda para os nossos clientes”, comentou a funcionária Shirley Marconato. Ainda de acordo com Shirley, com à venda dos produtos a padaria tem um lucro de 15% .comidas típicas

Para a estudante Raphaela Araújo é uma ótima opção ter os as comidas típicas nas lojas.” Nem sempre sabemos fazer os doces, assim economizamos tempo e podemos saborear esses quitutes que são irresistíveis”,disse.

Nathália Aguiar.

A primeira Copa deles

A primeira edição da Copa do Mundo de Futebol aconteceu em 1930, sediada no Uruguai, a competição ocorreu entre 13 e 30 de julho, envolvendo 13 seleções. A primeira edição da Copa sediada pelo Brasil foi em 1950, a quarta edição da Copa do Mundo, os jogos aconteceram entre de 24 de junho a 16 de julho. Agora, o Brasil está novamente sendo sede do mundial, completando a 20° edição da Copa do Mundo FIFA.

Poder participar de um evento como este é um privilégio, e a primeira copa de uma pessoa deve ser marcada por muita comemoração, afirma Mariana Neder, mãe do pequeno Bernardo, de apenas um ano.

1965061_541161972657200_6302472722131994260_nFoto: Arquivo Pessoal

Para a mãe de Gabriel, de um ano e dois meses, Gabriela Cardoso a primeira copa deve ser lembrada só se o Brasil for campeão, “imagina que decepção ficar falando que na primeira copa dele o Brasil foi eliminado”.

10438624_276447939209330_1220002024029505130_nFoto: Arquivo Pessoal

Arianne Caputo, mãe de Miguel de um ano e dez meses, diz que a primeira copa dele está sendo uma grande festa, “ele grita gol toda hora e assiste ao jogo todo falando: nossa, nossa”. Em dias de jogo do Brasil, Miguel usa até sapatinho verde e amarelo.

A mãe de Miguel ainda ressalta a importância da criança crescer torcendo para seu país, “eu incentivo muito, porque acho saudável a criança crescer gritando pelo seu país em um evento esportivo mundial, ainda mais em pleno caos político”.

10462614_665730693506776_5835611674876137067_nFoto: Arquivo Pessoal

O desejo de todos é que o Brasil seja o campeão do mundial pela sexta vez, para que a festa seja completa.

Jéssica Almeida.

Compras pela internet crescem no Brasil

O comércio eletrônico no Brasil tem ganhado cada vez mais consumidor, a praticidade e o conforto de fazer compras sem sair de casa tem caído no gosto popular. Esse crescimento está relacionado à explosão de internautas que compram usando smartphone, um facilitador que deixa o que já era prático, mais prático ainda.
Algumas lojas virtuais que já faziam sucesso na rede, agora estão disponibilizando aplicativos de compras para deixar tudo mais prático para seus clientes.
A estudante de Publicidade e Propaganda Fernanda Teixeira, é uma compradora assídua pela internet, “desde que descobri a compra pela internet nunca mais parei de comprar, quase não frequento mais lojas, prefiro comprar tudo online”.
Para Fernanda, comprar online é muito mais prático, “eu compro em qualquer lugar, não preciso estar em casa na frente do computador, faço minhas compras pelo celular com apenas uns cliques, já fiz compras até na China e nunca tive problema nenhum, demora, mas chega”.

celular-smartphone-usa-usuario-digita-internet-4g-3g-1368528982561_956x500Foto: Uol

A estudante de Economia Daniele Lara, afirma que também faz compras online, mas quando o assunto é roupa, ela ainda faz o processo tradicional de ir ás lojas, “compro muitos livros, acessórios pessoais, mas roupa eu não compro, gosto de experimentar, ter contato com o que estou comprando para vestir”.

O interesse de Danielle por comprar na internet surgiu ao perceber que os produtos procurados por ela estavam sempre disponíveis em sites, com preços mais acessíveis, “muita coisa que eu procurava em lojas eu não achava, e nos sites tinham, bem mais baratos”.

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Foto: Netzee Agência Digital

Mas de acordo com Danielle, nem sempre o resultado é positivo, “comprei um celular em um site de compras coletivas e o produto anunciado não foi exatamente o que chegou, foi uma decepção”.

É sempre válido lembrar que ainda é preciso ter cuidado com este novo modelo de compras para evitar problemas. Uma boa dica é: Certifique-se de que o site escolhido é seguro.

Jéssica Almeida

Memes da Copa do Mundo 2014 são sucesso

A criatividade na internet não acaba nunca. Se normalmente já é assim, com a Copa do Mundo então! Desde o hino do país até bumbum de jogador, os “memes” são criados e espalhados como tudo na rede: um viral. Qualquer deslize de um jogador ou juiz, pode saber: vai virar meme. E é fácil para que as pessoas façam, só ter criatividade e ficar bem atento aos jogos.

“Na sua forma mais básica, um meme de Internet é simplesmente uma ideia que é propagada através da World Wide Web. Esta ideia pode assumir a forma de um hiperlink, vídeo, imagem, website, hashtag, ou mesmo apenas uma palavra ou frase. Este meme pode se espalhar de pessoa para pessoa através das redes sociais, blogs, e-mail direto, fontes de notícias e outros serviços baseados na web tornando-se geralmente viral.” (Fonte: Wikipedia)

A estudante Daniela Afonso diz que adorou os memes. “São engraçados e é uma maneira interativa de brincar com os jogadores”. Felipe Silva, estudante, concorda: “Acho engraçado esses memes, muito criativo! Chama atenção para ‘detalhes’ que nem passa pela cabeça!”

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13160856249666(Fonte: Tec Mundo)

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10492239_650560205033781_600250302961567269_n(Fonte: Sou fã da bunda do hulk)

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tumblr_n7hmabbxry1qdlh1io1_500(Fonte: The Chive)

 

Andressa Costa

Inverno, a estação mais elegante do ano

A estação mais fria do ano chegou e trouxe com ela todo o charme de roupas quentes e elegantes que mexem com a cabeça de toda mulher. São tecidos, cortes, sobreposições, estampas e cores bem trabalhadas que chamam a atenção de pessoas que sempre estão ligadas à moda.

Para a jornalista e blogueira Talita Scoralick, da para ser elegante também no verão, mas com o sol forte e muito calor, as pessoas acabam abrindo mão de produções mais elaboradas para ficarem mais confortáveis. “Já no inverno, é possível brincar mais com as sobreposições, texturas e tecidos, maquiagens mais pesadas, e penteados diferentes”.

Cachecol-de-Inverno-2014-Fotos-e-Dicas-11Foto: Toda Perfeita

“Geralmente as pessoas associam essa época do ano a cores mais neutras, tons escuros, saltos maiores e isso, muitas vezes, remete a elegância”, acrescenta Talita.

A blogueira ainda deixa uma dica para quem quer reaproveitar alguma roupa de outra estação agora no inverno, “uma peça que eu particularmente gosto muito é o vestido, no verão a gente só usa ele, variando os acessórios, já no inverno, dá para usar com meia calça, bota ou sapatilha, um cardigan ou um casaco mais pesado, dependendo do frio, é uma peça bem versátil”.

acessórios-de-inverno-lenços-e-cachecoisFoto: Blog Alessandra Faria

A estudante Isabella Lamego concorda que o inverno é a estação mais elegante do ano, mesmo a primavera sendo sua estação preferida. “No inverno podemos usar roupas com tecidos mais incorporados, botas, echarpes, tudo sem se importar com o calor, e tudo fica mais sofisticado”.

Isabella ainda conta que assim como a Talita, reaproveita peças de outras estações no inverno, “no Brasil, como o inverno não é muito intenso como em outros países, é possível usar roupas leves com meia calça e um casaquinho por cima”.

Jéssica Almeida